Indenização por Sequelas Permanentes

Auxílio-Acidente: a sequela que ficou pode gerar direito

O auxílio-acidente é devido a quem sofreu um acidente, recebeu alta médica e voltou a trabalhar, mas ficou com sequelas que reduzem a capacidade para a atividade que exercia antes. É um benefício indenizatório: pode ser recebido mensalmente, junto com o salário.

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Entenda o benefício

O que é, em linguagem simples

O auxílio-acidente é devido a quem sofreu um acidente — de trabalho, de trajeto ou até doméstico — recebeu alta médica e voltou a trabalhar, mas ficou com sequelas que reduzem a capacidade para a atividade que exercia antes.

É um benefício de natureza indenizatória, e essa é a diferença que costuma surpreender: ele não exige afastamento do trabalho e pode ser recebido mensalmente junto com o salário. Muita gente que voltou a trabalhar com uma limitação permanente nunca chegou a pedir, por acreditar que só teria direito quem está afastado.

Como atuamos

O que analisamos no seu caso

Avaliação se a sequela relatada pode gerar direito ao benefício, mesmo quando considerada leve.

Verificação de implantação automática do benefício após a cessação do auxílio-doença, quando aplicável.

Reunião da documentação médica que comprova a sequela e a redução de capacidade.

Análise do prazo para reivindicar valores retroativos, quando o benefício não foi concedido a tempo.

Motivos frequentes de indeferimento

O que costuma travar o pedido

Sequela classificada como leve demais — entendimento que o Superior Tribunal de Justiça já afastou.

Ausência de documentação médica que ligue a sequela ao acidente que a originou.

Cessação do auxílio-doença sem que o auxílio-acidente tenha sido implantado, quando era o caso.

Perda de valores retroativos por demora em formalizar o pedido.

Ponto de atenção: o entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça (Tema Repetitivo 416) é de que o grau da sequela não impede a concessão do auxílio-acidente — mesmo uma redução mínima da capacidade pode gerar o direito.

Como funciona

Do primeiro contato à atuação

1

Conversa inicial

Você conta a sua situação pelo WhatsApp. Fazemos as perguntas certas para entender o caso ainda nessa primeira conversa.

2

Análise documental

Reunimos a documentação médica que liga a sequela ao acidente e verificamos o que deveria ter sido implantado.

3

Atuação estratégica

Definimos junto com você o caminho mais adequado — administrativo ou judicial — e conduzimos cada etapa, mantendo você informado.

Dúvidas Frequentes

Perguntas sobre Auxílio-Acidente

O auxílio-acidente é pago mesmo com sequela leve?

Segundo o Tema Repetitivo 416 do Superior Tribunal de Justiça, o grau da sequela não impede a concessão do auxílio-acidente, sendo devido mesmo diante de uma redução mínima da capacidade laborativa.

Posso receber o auxílio-acidente trabalhando?

Sim. É um benefício indenizatório: não exige afastamento do trabalho e pode ser recebido mensalmente, junto com o salário.

Só vale para acidente de trabalho?

Não. O auxílio-acidente pode decorrer de acidente de trabalho, de trajeto ou até doméstico. O que se avalia é a sequela permanente que reduz a capacidade para a atividade exercida antes.

Meu auxílio-doença cessou. O auxílio-acidente deveria ter entrado sozinho?

Em algumas situações o benefício deve ser implantado automaticamente após a cessação do auxílio-doença. Quando isso não acontece, é uma das primeiras coisas que verificamos — inclusive para avaliar valores retroativos.

Vamos olhar o seu caso?

Envie uma mensagem contando, em poucas palavras, qual é a sua situação. A partir daí, explicamos os próximos passos — sem compromisso e sem juridiquês.

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